Carro do futuro impossibilita motorista de dirigir alcoolizado
A Nissan pretende ajudar a diminuir o número de acidentes de trânsito relacionados ao alcoolismo por meio de novas tecnologias. A marca vem desenvolvendo mecanismos capazes de detectar o nível alcoólico do motorista para que o mesmo fique impedido de dirigir em caso de embriaguez.
O sistema identifica uma possível falta de sobriedade pela transpiração das palmas das mãos do motorista ao acionar o câmbio, além de possuir sensores de odores que detectam o uso abusivo do álcool. Quando constatado um sinal de perigo, o mecanismo emite um alerta sonoro, pressiona o cinto de segurança a fim de chamar a atenção do motorista e paralisa o automóvel.
Ainda não há um modelo deste carro-conceito, mas a Nissan tem intenção de começar a implantar estas tecnologias nos novos veículos da marca em um futuro próximo.
Essas e outras notícias na próxima edição da Revista Autonegócio, em breve nas bancas!
domingo, 28 de outubro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
Mulher no Volante perigo constante
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Simulador
Yamaha lança a primeira motocicleta de conceito "X" produzida no país
A Yamaha do Brasil lançou no Salão Duas Rodas 2007 o modelo XTZ 125, uma linha de motocicletas quatro tempos de 125 cc voltada para o segmento on-off road, que levou quase três anos de desenvolvimento por ser uma motocicleta inédita no mercado mundial. A XTZ 125X é a primeira motocicleta com conceito "X" totalmente desenvolvida e fabricada no Brasil. Disponível nas versões "K" (partida a pedal) e "E" (partida elétrica), a novidade pode ser encontrada na Rede de Concessionárias Yamaha em todo o Brasil na cor preta. Visualmente, a XTZ 125X esbanja modernidade com o grafismo reunindo duas tonalidades em alta na moda rua, preto com um toque sutil de vermelho. O painel com o fundo em vermelho combina com o conjunto de detalhes gráficos da motocicleta. Na dianteira, o pára-lama tem um formato mais curto, se comparado com a versão on-off, para abrigar as novas rodas raiadas de 17 polegadas. Já a proteção das bengalas, feitas com material fosco, foi desenhada de forma triangular, se diferenciando do modelo sanfonado. O conjunto óptico também acompanhou o estilo urbano e moderno da Yamaha XTZ 125X, com os piscas brancos em formato oval. Se comparada com a irmã on-off road a "X" está com entreeixos e trail maiores (1.345 mm) e (112 mm). Já o ângulo de cáster diminuiu para 27o em relação a XTZ 125. Para rodar, a Yamaha XTZ 125 X usa rodas de 17 polegadas calçadas com pneus street da marca Pirelli MT-75, 100/80 na dianteira e 110/80 na traseira. Com um quadro do tipo diamante, a moto tem dimensões ideais para os centros urbanos. Com 1.965 mm de comprimento, 810 mm de largura e apenas 215 mm de distância livre do solo, o modelo Yamaha tem o menor peso da sua categoria, 105 kg a seco na versão E e 104 Kg respectivamente para a K.
Leia mais na Edição de novembro da Revista Autonegócio - em breve nas bancas.
Sessão: Carro do Leitor

Maverick
Carro que marcou uma época tem exemplar em Poços de Caldas
O Maverick brasileiro da marca Ford foi lançado no Brasil em 1973 e baseou-se no modelo americano Mustang. Na versão de carros grandes, o Opala da Chevrolet reinava absoluto, mas foi desbancado sem piedade pelo Maverick que trazia o slogan “A fórmula Ford contra a rotina”. O carro estreou no mercado com o conhecido motor Willys (que a Ford acabará de comprar) de seis cilindros além do desejado motor V8, que gerou espera de até 12 meses pelo esportivo modelo GT. Potente e imponente, o Maverick vinha com uma carga de fantasia e poder. Fabricado no México e montado no Brasil, o carro ganhou versões em 1975.
Mas sua fabricação durou pouco, menos de seis anos, derrubada em 1979 pelo lançamento do Ford Corcel II que tinha o mesmo público-alvo. O Maverick saiu de linha para entrar em uma fase de quase anonimato. Carcaças foram abandonadas em ferros velhos e davam um “aperto no coração” dos que viveram os tempos de sucesso e glamour do carrão.
Passados 20 anos o Maverick foi redescoberto e como peça de colecionador já não é tão difícil ver um ou outro perambulando pelas ruas. É raro ver um original, até mesmo porque com tantas variedades é difícil ver um igual de fábrica. Mas mesmo os refeitos, reformados e potencializados seguem na lista de raridades e arrancam suspiro e admiração para quem tem a sorte de ver um modelo desses.
Na Praça Pedro Sanches, um dos principais pontos turísticos de Poços de Caldas, um carro não passa despercebido na paisagem, pelo contrário, o Maverick amarelo é uma atração para quem visita o local. Chama a atenção pela beleza, mas principalmente pelo inusitado de cores e conservação e por que não, de modificações. O proprietário Tony Castro, é um aficionado pela sua máquina. E que máquina! “De desestressar. Com a adrenalina que dá ao se pilotar um carro desses a gente esquece de tudo”, brinca.
De 1977, o Maverick 4.3 com seis cilindros, teve apenas dois donos e da mesma família. “Era de meu cunhado quando eu o comprei há mais de 10 anos”, conta Castro. Originalmente laranja, recebeu uma segunda pintura em preto para recentemente ganhar uma versão moderna com amarelo e listras pretas, deixando o carro mais esportivo e atrativo. Os bancos são de couro seguindo as cores externas. Votante esportivo e rico (sem metáfora) em peças com detalhes em prata e ouro, afinal o dono é um design de jóias e o Maverick uma extensão dele mesmo. Entre as modificações que sofreu ao longo dos anos, aparece uma suspensão nas rodas traseiras e a instalação de quatro freios a disco tipo ABS. “É uma questão de segurança”, afirma Castro que já viajou para os quatro cantos do Brasil à bordo do Maverick. Hoje o carro está avaliado em 60 mil reais, segundo Castro. Ficou com água na boca? A máquina de dar inveja pode ser vista quase que diariamente na Praça Pedro Sanches. Mas vale lembrar que o dono é ciumento.
O Maverick brasileiro da marca Ford foi lançado no Brasil em 1973 e baseou-se no modelo americano Mustang. Na versão de carros grandes, o Opala da Chevrolet reinava absoluto, mas foi desbancado sem piedade pelo Maverick que trazia o slogan “A fórmula Ford contra a rotina”. O carro estreou no mercado com o conhecido motor Willys (que a Ford acabará de comprar) de seis cilindros além do desejado motor V8, que gerou espera de até 12 meses pelo esportivo modelo GT. Potente e imponente, o Maverick vinha com uma carga de fantasia e poder. Fabricado no México e montado no Brasil, o carro ganhou versões em 1975.
Mas sua fabricação durou pouco, menos de seis anos, derrubada em 1979 pelo lançamento do Ford Corcel II que tinha o mesmo público-alvo. O Maverick saiu de linha para entrar em uma fase de quase anonimato. Carcaças foram abandonadas em ferros velhos e davam um “aperto no coração” dos que viveram os tempos de sucesso e glamour do carrão.
Passados 20 anos o Maverick foi redescoberto e como peça de colecionador já não é tão difícil ver um ou outro perambulando pelas ruas. É raro ver um original, até mesmo porque com tantas variedades é difícil ver um igual de fábrica. Mas mesmo os refeitos, reformados e potencializados seguem na lista de raridades e arrancam suspiro e admiração para quem tem a sorte de ver um modelo desses.
Na Praça Pedro Sanches, um dos principais pontos turísticos de Poços de Caldas, um carro não passa despercebido na paisagem, pelo contrário, o Maverick amarelo é uma atração para quem visita o local. Chama a atenção pela beleza, mas principalmente pelo inusitado de cores e conservação e por que não, de modificações. O proprietário Tony Castro, é um aficionado pela sua máquina. E que máquina! “De desestressar. Com a adrenalina que dá ao se pilotar um carro desses a gente esquece de tudo”, brinca.
De 1977, o Maverick 4.3 com seis cilindros, teve apenas dois donos e da mesma família. “Era de meu cunhado quando eu o comprei há mais de 10 anos”, conta Castro. Originalmente laranja, recebeu uma segunda pintura em preto para recentemente ganhar uma versão moderna com amarelo e listras pretas, deixando o carro mais esportivo e atrativo. Os bancos são de couro seguindo as cores externas. Votante esportivo e rico (sem metáfora) em peças com detalhes em prata e ouro, afinal o dono é um design de jóias e o Maverick uma extensão dele mesmo. Entre as modificações que sofreu ao longo dos anos, aparece uma suspensão nas rodas traseiras e a instalação de quatro freios a disco tipo ABS. “É uma questão de segurança”, afirma Castro que já viajou para os quatro cantos do Brasil à bordo do Maverick. Hoje o carro está avaliado em 60 mil reais, segundo Castro. Ficou com água na boca? A máquina de dar inveja pode ser vista quase que diariamente na Praça Pedro Sanches. Mas vale lembrar que o dono é ciumento.
Matéria publicada na edição de outubro da Revista Autonegócio.
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