Saiba mais sobre esses Jipes na ediçao de Natal da Revista Autonegocio, em breve nas bancas
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Manobras Radicais
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Autohistória
Jeep: um carro para guerra
Hoje o Jeep é sinônimo de aventura, aliada à liberdade que proporciona a seus passageiros, mas sua origem encontra-se na 2ª Guerra Mundial. O Jeep serviu em todas as frentes da segunda grande batalha que assolou o mundo entre os anos de 1939 a 1945. Foi veículo de reconhecimento, pick-up e limosine de linha de frente. Serviu de carreta para metralhadoras, para porta-munições, transportou lixo, foi carregador de cabos e até taxi. Nas Ardenas, durante a batalha de Bulge (1944 / 45), os Jeep carregados de macas, transportando feridos, abriram caminho em direção às zonas seguras, diante dos blindados nazistas. Os Jeep rebocaram os canhões "antichar" (37 mm), das areias do Sahara, dos pântanos da Nova Guiné e das extensões nevadas da Islândia até os locais de combate. No Egito, os britânicos usaram uma patrulha de Jeep para atacar uma frota de petroleiros, a caminho das forças armadas de Rommel, na véspera da batalha de El Alamein. Já em Guadalcanal, os Jeep fizeram parte do combate com os marinheiros americanos.
O Jeep foi, para muitos, a “maior inovação em 50 anos de história do automóvel”, e muitos queriam ser autores de uma criação tão espetacular, base de transporte e apoio aos exércitos. Dois fabricantes brigaram pela autoria do projeto em 1930, mas história indica que o Jeep que se perpetuou foi criado pela Willys-Overland.
Conheça toda a história do Jeep na edição de novembro da Revista Autonegócio, nas bancas.
Matéria Especial
Carro do Leitor
A sessão “Eu e meu carro” traz uma matéria com um dos sócios do "Clube do Fusca de Poços de Caldas".
Azeitona com quatro rodas
A equipe de reportagem da Revista AutoNegócio encontrou um exemplar, no mínimo, diferente, no Clube de Fusca de Poços de Caldas. O proprietário da “azeitona”, de 1975, é um dos fundadores da comunidade de fuscamaniacos, Marcos José dos Santos. Em verde oliva, seu fusca foi reconstruído e adquiriu personalidade própria. Quase um Herbie, do “Se meu fusca Falasse”, série americana que está na memória dos que tem mais de 30 anos.
Marcos nem se lembra como era seu fusca quando o comprou, porque logo partiu para as modificações que deixaram o carro único exemplar da espécie.
Leia a matéria na integra nas páginas da Revista Autonegocio de Novembro, já nas bancas.
A equipe de reportagem da Revista AutoNegócio encontrou um exemplar, no mínimo, diferente, no Clube de Fusca de Poços de Caldas. O proprietário da “azeitona”, de 1975, é um dos fundadores da comunidade de fuscamaniacos, Marcos José dos Santos. Em verde oliva, seu fusca foi reconstruído e adquiriu personalidade própria. Quase um Herbie, do “Se meu fusca Falasse”, série americana que está na memória dos que tem mais de 30 anos.
Marcos nem se lembra como era seu fusca quando o comprou, porque logo partiu para as modificações que deixaram o carro único exemplar da espécie.
Leia a matéria na integra nas páginas da Revista Autonegocio de Novembro, já nas bancas.
domingo, 28 de outubro de 2007
Autonotícia
Carro do futuro impossibilita motorista de dirigir alcoolizado
A Nissan pretende ajudar a diminuir o número de acidentes de trânsito relacionados ao alcoolismo por meio de novas tecnologias. A marca vem desenvolvendo mecanismos capazes de detectar o nível alcoólico do motorista para que o mesmo fique impedido de dirigir em caso de embriaguez.
O sistema identifica uma possível falta de sobriedade pela transpiração das palmas das mãos do motorista ao acionar o câmbio, além de possuir sensores de odores que detectam o uso abusivo do álcool. Quando constatado um sinal de perigo, o mecanismo emite um alerta sonoro, pressiona o cinto de segurança a fim de chamar a atenção do motorista e paralisa o automóvel.
Ainda não há um modelo deste carro-conceito, mas a Nissan tem intenção de começar a implantar estas tecnologias nos novos veículos da marca em um futuro próximo.
Essas e outras notícias na próxima edição da Revista Autonegócio, em breve nas bancas!
A Nissan pretende ajudar a diminuir o número de acidentes de trânsito relacionados ao alcoolismo por meio de novas tecnologias. A marca vem desenvolvendo mecanismos capazes de detectar o nível alcoólico do motorista para que o mesmo fique impedido de dirigir em caso de embriaguez.
O sistema identifica uma possível falta de sobriedade pela transpiração das palmas das mãos do motorista ao acionar o câmbio, além de possuir sensores de odores que detectam o uso abusivo do álcool. Quando constatado um sinal de perigo, o mecanismo emite um alerta sonoro, pressiona o cinto de segurança a fim de chamar a atenção do motorista e paralisa o automóvel.
Ainda não há um modelo deste carro-conceito, mas a Nissan tem intenção de começar a implantar estas tecnologias nos novos veículos da marca em um futuro próximo.
Essas e outras notícias na próxima edição da Revista Autonegócio, em breve nas bancas!
sábado, 27 de outubro de 2007
Mulher no Volante perigo constante
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Simulador
Yamaha lança a primeira motocicleta de conceito "X" produzida no país
A Yamaha do Brasil lançou no Salão Duas Rodas 2007 o modelo XTZ 125, uma linha de motocicletas quatro tempos de 125 cc voltada para o segmento on-off road, que levou quase três anos de desenvolvimento por ser uma motocicleta inédita no mercado mundial. A XTZ 125X é a primeira motocicleta com conceito "X" totalmente desenvolvida e fabricada no Brasil. Disponível nas versões "K" (partida a pedal) e "E" (partida elétrica), a novidade pode ser encontrada na Rede de Concessionárias Yamaha em todo o Brasil na cor preta. Visualmente, a XTZ 125X esbanja modernidade com o grafismo reunindo duas tonalidades em alta na moda rua, preto com um toque sutil de vermelho. O painel com o fundo em vermelho combina com o conjunto de detalhes gráficos da motocicleta. Na dianteira, o pára-lama tem um formato mais curto, se comparado com a versão on-off, para abrigar as novas rodas raiadas de 17 polegadas. Já a proteção das bengalas, feitas com material fosco, foi desenhada de forma triangular, se diferenciando do modelo sanfonado. O conjunto óptico também acompanhou o estilo urbano e moderno da Yamaha XTZ 125X, com os piscas brancos em formato oval. Se comparada com a irmã on-off road a "X" está com entreeixos e trail maiores (1.345 mm) e (112 mm). Já o ângulo de cáster diminuiu para 27o em relação a XTZ 125. Para rodar, a Yamaha XTZ 125 X usa rodas de 17 polegadas calçadas com pneus street da marca Pirelli MT-75, 100/80 na dianteira e 110/80 na traseira. Com um quadro do tipo diamante, a moto tem dimensões ideais para os centros urbanos. Com 1.965 mm de comprimento, 810 mm de largura e apenas 215 mm de distância livre do solo, o modelo Yamaha tem o menor peso da sua categoria, 105 kg a seco na versão E e 104 Kg respectivamente para a K.
Leia mais na Edição de novembro da Revista Autonegócio - em breve nas bancas.
Sessão: Carro do Leitor

Maverick
Carro que marcou uma época tem exemplar em Poços de Caldas
O Maverick brasileiro da marca Ford foi lançado no Brasil em 1973 e baseou-se no modelo americano Mustang. Na versão de carros grandes, o Opala da Chevrolet reinava absoluto, mas foi desbancado sem piedade pelo Maverick que trazia o slogan “A fórmula Ford contra a rotina”. O carro estreou no mercado com o conhecido motor Willys (que a Ford acabará de comprar) de seis cilindros além do desejado motor V8, que gerou espera de até 12 meses pelo esportivo modelo GT. Potente e imponente, o Maverick vinha com uma carga de fantasia e poder. Fabricado no México e montado no Brasil, o carro ganhou versões em 1975.
Mas sua fabricação durou pouco, menos de seis anos, derrubada em 1979 pelo lançamento do Ford Corcel II que tinha o mesmo público-alvo. O Maverick saiu de linha para entrar em uma fase de quase anonimato. Carcaças foram abandonadas em ferros velhos e davam um “aperto no coração” dos que viveram os tempos de sucesso e glamour do carrão.
Passados 20 anos o Maverick foi redescoberto e como peça de colecionador já não é tão difícil ver um ou outro perambulando pelas ruas. É raro ver um original, até mesmo porque com tantas variedades é difícil ver um igual de fábrica. Mas mesmo os refeitos, reformados e potencializados seguem na lista de raridades e arrancam suspiro e admiração para quem tem a sorte de ver um modelo desses.
Na Praça Pedro Sanches, um dos principais pontos turísticos de Poços de Caldas, um carro não passa despercebido na paisagem, pelo contrário, o Maverick amarelo é uma atração para quem visita o local. Chama a atenção pela beleza, mas principalmente pelo inusitado de cores e conservação e por que não, de modificações. O proprietário Tony Castro, é um aficionado pela sua máquina. E que máquina! “De desestressar. Com a adrenalina que dá ao se pilotar um carro desses a gente esquece de tudo”, brinca.
De 1977, o Maverick 4.3 com seis cilindros, teve apenas dois donos e da mesma família. “Era de meu cunhado quando eu o comprei há mais de 10 anos”, conta Castro. Originalmente laranja, recebeu uma segunda pintura em preto para recentemente ganhar uma versão moderna com amarelo e listras pretas, deixando o carro mais esportivo e atrativo. Os bancos são de couro seguindo as cores externas. Votante esportivo e rico (sem metáfora) em peças com detalhes em prata e ouro, afinal o dono é um design de jóias e o Maverick uma extensão dele mesmo. Entre as modificações que sofreu ao longo dos anos, aparece uma suspensão nas rodas traseiras e a instalação de quatro freios a disco tipo ABS. “É uma questão de segurança”, afirma Castro que já viajou para os quatro cantos do Brasil à bordo do Maverick. Hoje o carro está avaliado em 60 mil reais, segundo Castro. Ficou com água na boca? A máquina de dar inveja pode ser vista quase que diariamente na Praça Pedro Sanches. Mas vale lembrar que o dono é ciumento.
O Maverick brasileiro da marca Ford foi lançado no Brasil em 1973 e baseou-se no modelo americano Mustang. Na versão de carros grandes, o Opala da Chevrolet reinava absoluto, mas foi desbancado sem piedade pelo Maverick que trazia o slogan “A fórmula Ford contra a rotina”. O carro estreou no mercado com o conhecido motor Willys (que a Ford acabará de comprar) de seis cilindros além do desejado motor V8, que gerou espera de até 12 meses pelo esportivo modelo GT. Potente e imponente, o Maverick vinha com uma carga de fantasia e poder. Fabricado no México e montado no Brasil, o carro ganhou versões em 1975.
Mas sua fabricação durou pouco, menos de seis anos, derrubada em 1979 pelo lançamento do Ford Corcel II que tinha o mesmo público-alvo. O Maverick saiu de linha para entrar em uma fase de quase anonimato. Carcaças foram abandonadas em ferros velhos e davam um “aperto no coração” dos que viveram os tempos de sucesso e glamour do carrão.
Passados 20 anos o Maverick foi redescoberto e como peça de colecionador já não é tão difícil ver um ou outro perambulando pelas ruas. É raro ver um original, até mesmo porque com tantas variedades é difícil ver um igual de fábrica. Mas mesmo os refeitos, reformados e potencializados seguem na lista de raridades e arrancam suspiro e admiração para quem tem a sorte de ver um modelo desses.
Na Praça Pedro Sanches, um dos principais pontos turísticos de Poços de Caldas, um carro não passa despercebido na paisagem, pelo contrário, o Maverick amarelo é uma atração para quem visita o local. Chama a atenção pela beleza, mas principalmente pelo inusitado de cores e conservação e por que não, de modificações. O proprietário Tony Castro, é um aficionado pela sua máquina. E que máquina! “De desestressar. Com a adrenalina que dá ao se pilotar um carro desses a gente esquece de tudo”, brinca.
De 1977, o Maverick 4.3 com seis cilindros, teve apenas dois donos e da mesma família. “Era de meu cunhado quando eu o comprei há mais de 10 anos”, conta Castro. Originalmente laranja, recebeu uma segunda pintura em preto para recentemente ganhar uma versão moderna com amarelo e listras pretas, deixando o carro mais esportivo e atrativo. Os bancos são de couro seguindo as cores externas. Votante esportivo e rico (sem metáfora) em peças com detalhes em prata e ouro, afinal o dono é um design de jóias e o Maverick uma extensão dele mesmo. Entre as modificações que sofreu ao longo dos anos, aparece uma suspensão nas rodas traseiras e a instalação de quatro freios a disco tipo ABS. “É uma questão de segurança”, afirma Castro que já viajou para os quatro cantos do Brasil à bordo do Maverick. Hoje o carro está avaliado em 60 mil reais, segundo Castro. Ficou com água na boca? A máquina de dar inveja pode ser vista quase que diariamente na Praça Pedro Sanches. Mas vale lembrar que o dono é ciumento.
Matéria publicada na edição de outubro da Revista Autonegócio.
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