terça-feira, 27 de novembro de 2007

Manobras Radicais


A equipe de reportagem da Revista Autonegócio esteve em Andradas para cobrir campeonato de som e tuning e recebeu os parabéns pela edição da equipe de manobras radicais da Lusa Veículos.


Veja a cobertura completa do evento na Autonegocios de dezembro.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Autohistória



Jeep: um carro para guerra

Hoje o Jeep é sinônimo de aventura, aliada à liberdade que proporciona a seus passageiros, mas sua origem encontra-se na 2ª Guerra Mundial. O Jeep serviu em todas as frentes da segunda grande batalha que assolou o mundo entre os anos de 1939 a 1945. Foi veículo de reconhecimento, pick-up e limosine de linha de frente. Serviu de carreta para metralhadoras, para porta-munições, transportou lixo, foi carregador de cabos e até taxi. Nas Ardenas, durante a batalha de Bulge (1944 / 45), os Jeep carregados de macas, transportando feridos, abriram caminho em direção às zonas seguras, diante dos blindados nazistas. Os Jeep rebocaram os canhões "antichar" (37 mm), das areias do Sahara, dos pântanos da Nova Guiné e das extensões nevadas da Islândia até os locais de combate. No Egito, os britânicos usaram uma patrulha de Jeep para atacar uma frota de petroleiros, a caminho das forças armadas de Rommel, na véspera da batalha de El Alamein. Já em Guadalcanal, os Jeep fizeram parte do combate com os marinheiros americanos.
O Jeep foi, para muitos, a “maior inovação em 50 anos de história do automóvel”, e muitos queriam ser autores de uma criação tão espetacular, base de transporte e apoio aos exércitos. Dois fabricantes brigaram pela autoria do projeto em 1930, mas história indica que o Jeep que se perpetuou foi criado pela Willys-Overland.
Conheça toda a história do Jeep na edição de novembro da Revista Autonegócio, nas bancas.

Autopiada


Tradução: Porque as mulheres são tão mals mecânicos.

Matéria Especial


Saiba mais sobre o "Clube do Fusca de Poços de Caldas" na edição de novembro da Revista Autonegócio, nas bancas

Carro do Leitor


A sessão “Eu e meu carro” traz uma matéria com um dos sócios do "Clube do Fusca de Poços de Caldas".


Azeitona com quatro rodas

A equipe de reportagem da Revista AutoNegócio encontrou um exemplar, no mínimo, diferente, no Clube de Fusca de Poços de Caldas. O proprietário da “azeitona”, de 1975, é um dos fundadores da comunidade de fuscamaniacos, Marcos José dos Santos. Em verde oliva, seu fusca foi reconstruído e adquiriu personalidade própria. Quase um Herbie, do “Se meu fusca Falasse”, série americana que está na memória dos que tem mais de 30 anos.
Marcos nem se lembra como era seu fusca quando o comprou, porque logo partiu para as modificações que deixaram o carro único exemplar da espécie.

Leia a matéria na integra nas páginas da Revista Autonegocio de Novembro, já nas bancas.